PROGRAMA
8 de Maio | 19h | Salão Nobre do Conselho Municipal de Maputo
Concerto de Gala
Jean Sibelius – Andante Festivo
A. Vivaldi – Concerto para dois violoncelos em sol menor, RV 531
I – Adagio
II – Allegro
J. Halvorsen – Chant de Veslemoy para violino e ensemble de cordas
A. Marcello – Concerto para oboé e cordas em ré menor
I – Adagio
II – Presto
W. A. Mozart – Divertimento em Fá Maior, K.138
I – Allegro
II – Andante
III – Presto
Estêvão Chissano – Xikhongelo
Xixel Langa – Bava, arr. Humberto Tandane Jr.
José Barata – Xonquile, arr. Estêvão Chissano
Músicos:
Oquestra e Coro Xiquitsi
Gustav Rørmark – violino
Ekaterina Triana James – violino
Agnes Golias – viola d’arco
Alexandre Mungumbe – violoncelo
Inérzio Macome – violoncelo
Kika Materula – oboé
Humberto Tandane Júnior – teclado
Xixel Langa – voz
10 de Maio | 19h | Centro Cultural Moç-China
Noite Fora de Série
Pai Leão
Orquestra, Coro e Percussão Xiquitsi
11 de Maio | 15h | Montebelo Indy Congress Hotel
Tarde para Pais e Filhos
Arr. Michael Barret – Tshela Moya / Ke Nina Yo Morena
Arr. Michael Barret – Thixo Onothando
Jean Sibelius – Andante Festivo
Estêvão Chissano – Xikhongelo
A. Vivaldi – Concerto para dois violoncelos em sol menor, RV 531
I – Adagio
II – Allegro
J. Halvorsen – Chant de Veslemoy para violino e ensemble de cordas
Edislon da Conceição – Tsama, arr. Estêvão Chissano
José Barata – Xonquile, arr. Estêvão Chissano
Fany Mpfulo – Avasati Va Lomu, arr. Francisco Fumo
Fany Mpfulo – Ngomara saia, arr. Francisco Fumo e Estêvão Chissano
Músicos:
- Gustav Rørmark – violino
- Ekaterina Triana James – violino
- Agnes Golias – viola d’arco
- Alexandre Mungumbe – violoncelo
- Inérzio Macome – violoncelo
- Oquestra, Coro e Percussão Xiquitsi
Direcção Artística: Kika Materula
Biografias

Cara Coetzee
Cara Coetzee é uma violista radicada em Londres, originária da África do Sul. Estudou no Royal College of Music e na UCL antes de obter um mestrado (com honras) com Rachel Roberts na Guildhall School of Music and Drama. Ela desfruta de uma carreira diversificada como freelancer no Reino Unido e na Europa, tocando com inúmeras orquestras, como a English Chamber Orchestra, Britten Sinfonia, Orchestre Révolutionnaire et Romantique, BBC Symphony Orchestra e Camerata Nordica. Ela também trabalha como musicista de estúdio para cinema e televisão. Cara tem uma paixão especial por música de câmara e participou de muitos
festivais e masterclasses, como IMS Prussia Cove, Aurora, Encuentro de Música de Santander e o Festival de Música de Câmara Wye Valley.

Agnes Golias
Agnes iniciou os seus estudos musicais aos sete anos de idade, em Maputo, sob orientação familiar, na Escola Nacional de Música, onde teve contacto inicial com o piano e a flauta de bisel. Em 1994, no âmbito de um protocolo entre a Escola Nacional de Música de Maputo e a Escola Profissional de Música de Évora (EPMEV), em Portugal, deu continuidade à sua formação musical e teve o primeiro contacto com a viola d’arco, instrumento que viria a consolidar sua identidade artística.
Prosseguiu os seus estudos na Academia Nacional Superior de Orquestra (Metropolitana), onde concluiu o Bacharelato (2003) e a Licenciatura (2005) em Instrumentista de Orquestra, com especialização em viola d’arco. Durante este período, beneficiou da orientação de professores como Paul Wakabayashi, Valentin Petrov e Zheng Lu. Na classe de Viola de Arco frequentou cursos de aperfeiçoamento com os seguintes professores: Barbara Friedhoff, Ana Bela Chaves, Eugene Gratovich, Maia Kouznetsova, Detlef Gross, Susan Dubois e Igor Soulyga.
No plano artístico, colaborou com várias orquestras de relevo, como a Orquestra Metropolitana de Lisboa, a Orquestra de Câmara de Cascais e Oeiras, a Orquestra de Espinho e a Orquestra Clássica da Madeira. Na área pedagógica, lecionou na Escola Metropolitana de Lisboa, na Escola Portuguesa de Luanda e, mais recentemente, na Escola Portuguesa de Maputo, onde é professora de violino e viola d’arco, coordenando o projeto “Pequenos Violinistas e Violetas” e participando regularmente em masterclasses.

EKATERINE TRIANA JAMES
Ekaterine Triana James iniciou seus estudos de violino em 1998 na escola de elemental de música “Manuel Sumell”. Em 2009 graduou-se como instrumentista e professora de violino no prestigiado Conservatório de Música “Amadeo Roldan”, na Havana, Cuba. No mesmo ano foi premiada no Concurso Internacional de violino “José White” e no Concurso Provincial de violino, efectuado na Havana, Cuba.
Foi membro da orquestra de Câmara “Musica Eterna”, Agrupamento Musical “Frasis” e da Orquestra do Ballet Nacional de Cuba “Alicia Alonso”. Em 2015 foi professora de violino numa instituição para crianças com necessidades educativas especiais em Montevideo, Uruguai. Em Maputo, Moçambique, trabalhou como professora voluntária, disseminando musicoterapia para uma instituição com crianças inadaptadas (CERCI) e no Conservatório de música “Musiarte”.
Em 2022 terminou os seus estudos universitários em Educação de Infância e Gestão e Administração no Desenvolvimento na Primeira Infância. Fundadora do agrupamento Basadi ba Mintsu, actualmente professora de música na “Escola Internacional de Maputo” e professora de violino e viola do projecto “Xiquitsi”.

GUSTAV RØRMARK
Gustav Rørmark, violinista norueguês, nasceu em 2001, e frequenta atualmente o programa de mestrado da Academia Norueguesa de Música na classe do prof. Henning Kraggerud. Anteriormente, completou o programa para talentos do Instituto de Música Barratt Due.
Gustav ganhou numerosos prémios, quer como solista quer como música de câmara, tais como: o concurso Midgard na sua categoria, o campeonato de música para jovens, o concurso Sparre Olsen e, em 2017, o concurso Nordstrand. Anteriormente, obteve o 1º prémio na final regional em Jugend Musiziert, tanto em Moscovo (2013) como em Paris (2015). Como músico de câmara ganhou diversos prémios nacionais e internacionais, incluindo o Virtuoso & Belcanto em Lucca, Itália.
A par da sua formação clássica, Gustav actua em muitos outros géneros, como a música folk, pop, jazz, tango e bluegrass, misturando-os frequentemente com a improvisação e o repertório clássico, criando uma sonoridade única.

HUMBERTO D. B. TANDANE JÚNIOR
Humberto D. B. Tandane Júnior (n. 2000), natural de Maputo, frequentou o curso de Engenharia Química na Faculdade de Engenharia da UEM. Tem o seu primeiro contacto com a música aos 10 anos de idade, quando começou a ter aulas particulares de piano e teoria musical.
Faz parte do Xiquitsi desde 2015, onde ingressou para as classes de coro e de clarinete. Começou a estudar composição no projecto em 2015, sob orientação de Daniel Moreira (PT) e de Filipe Fernandes (PT), desde 2018. Seus arranjos para orquestra têm feito parte do programa da Temporada de Música Clássica. Desde 2017, estuda piano sob a orientação de Carlos Pereira (PT). Participou de workshops orientados por vários pianistas convidados à Temporada de Música Clássica em Maputo, como José Dias (PT/RSA), Ángel González (ESP/PT), Phillipus Hugo (RSA), Juan Carlos Garvayo (ESP), entre outros.
Em 2023 conhece Fabilly Bacarin, pianista brasileira, com quem forma o Duo Australis, um duo de piano a quatro mãos, e o primeiro de gênero em Moçambique. Essa colaboração teve o apoio do Xiquitsi e culminou com a apresentação de recitais e uma masterclass na Escola de Comunicação e Artes da UEM. Através do Xiquitsi, participou em 2024 do intercâmbio NEOJIBA CONECTA em Salvador – Bahia, no Brasil. Esta iniciativa visa juntar jovens músicos do sul global, especificamente de países africanos e da América Latina. Foi nesta cena que teve o seu primeiro contacto e experiência com uma orquestra sinfónica.
Actualmente ocupa no projecto Xiquitsi a função de pianista corretor de música vocal e instrumental. É também frequentemente convidado como pianista para concertos de artistas nacionais e internacionais. Já tocou com nomes como Elcides Carlos, Xixel Langa, Bongiwe Dlamini, entre outros.

INÉRCIO MACOME
Inérzio José Macome nasceu em 2001, na província de Maputo, e iniciou seus estudos musicais em 2016, no projecto Xiquitsi, onde teve o primeiro contacto com o violoncelo sob a orientação de Kristine Hirvonen, Juan Rivas, Maria Quevedo e Peter Martens.
Enquanto aluno no projeto Xiquitsi, participou do Festival de Música de Primavera, em Viseu (Portugal), Festival de Música de Santa Catarina, no Brasil, e do Festival Internacional de Música de Câmara de Stellenbosch, na Cidade do Cabo, recebendo orientação de Boris Brovtzyn, David Cohen, Gareth Lubbe, Nicolas Dautricourt e Peter Martens, entre outros. Tornou-se monitor no projeto Xiquitsi e tocou como solista nas Quatro Estações de António Vivaldi para violino, em Maputo. Nos anos de 2018 e 2019, recebeu, respectivamente, o segundo e o primeiro prêmio de melhor aluno no projeto Xiquitsi. Em 2020, venceu o concurso para atribuição de bolsas de estudo no âmbito do projeto PROCULTURA, financiado pela União Europeia, co-financiado pela Fundação Calouste Gulbenkian e gerido pelo Instituto Camões.
Desde então, estuda em Lisboa, onde paralelamente tem estado ativamente envolvido em vários projetos, incluindo música electroacústica com o projeto DME, masterclasses, festivais e concursos de música de câmara com o Quarteto Tágide, com o qual conquistou o terceiro prêmio no Concurso Nacional de Música de Câmara de Montijo, e o primeiro lugar do Prémio Jovens Músicos, na edição de 2024. Em agosto de 2024, enquanto membro da Africa United Youth Orchestra, participou da Semana Mundial de Orquestra (WOW), realizado no Carnegie Hall, em Nova Iorque. A orquestra fez sua estreia em Pretória antes da apresentação no festival, sob a regência do maestro William Eddins. Durante o evento, participou ainda de uma apresentação conjunta com outras seis orquestras jovens — incluindo a Orquestra Infantil da Venezuela, a Orquestra Jovem Europeia e a Orquestra Jovem Nacional dos Estados Unidos – reunindo um total de mais de 700 músicos de todo o mundo, sob a batuta de Gustavo Dudamel.
Concluiu a Licenciatura em violoncelo com 20 valores na Escola Superior de Música de Lisboa, sob a orientação do Professor Levon Mouradian, e frequenta atualmente o primeiro ano do Mestrado em Ensino de Música na mesma instituição.

KIKA MATERULA
Eldevina Materula, também conhecida por Kika Materula, iniciou os seus estudos musicais aos 7 anos de idade na Escola Nacional de Música de Maputo (Moçambique). Em 1995, já em Portugal, dá continuidade aos seus estudos musicais e tem o seu primeiro contacto com o oboé. Terminou a sua licenciatura na ESML na classe do prof. Andrew Swinnerton (oboé), e prof. Olga Prats (Música de câmara). Na Malmö Academy of Music, terminou a sua Pós-Graduação na classe do professor Bjorn Carl Nielsen. Durante a sua formação frequentou vários cursos de aperfeiçoamento com os professores Thomas Indermüller, Ernest Rombout, H. Shellenberger, Alex Klein, Christian Wetzel, Francois Leleux entre outros.
Realizou concertos de Norte a Sul de Portugal, bem como em Espanha, Alemanha, França, Dinamarca, Suécia, Angola, Moçambique, Brasil entre outros. Em 2001 venceu a XVI edição do Prémio Jovens Músicos na categoria de oboé.
Colaborou como convidada com a Orquestra Clássica da Madeira, Orquestra de Câmara de Cascais e Oeiras, Orquestra Sinfonieta de Lisboa, Orquestra Gulbenkian, Malmö Symphonie Orchestra (Suécia), Malmö Opera Orchestra, Danish Radio Sinfonietta (Dinamarca), Orquestra Sinfónica da Bahia (Brasil), Kwazulu Natal Philharmonic Orchestra (África do Sul) entre outras. Tocou a solo com a Orquestra de Câmara de Cascais e Oeiras, Orquestra Nacional do Tejo, Orquestra Gulbenkian (PJM 2001), Orquestra Sinfónica da Bahia, Orquestra de Câmara Portuguesa, Kwazulu Philarmonic Orchestra e com a Johannesburg Festival Orchestra.
Enquanto docente, trabalhou na Escola Profissional de Música de Évora, na Escola de Música de Palmela, no Projeto Neojibá (Brasil) e na Academia de Música Costa Cabral. Em Maio de 2016 foi condecorada com a medalha da Ordem de Mérito Infante D. Henrique pelo Presidente da República Portuguesa — Professor Doutor Marcelo Rebelo de Sousa.
É membro da Orquestra Sinfónica do Porto Casa da Música desde 2009. Eldevina Materula é Directora do Projecto Xiquitsi/Temporada de Música desde a sua fundação em 2013, tendo interrompido estas mesmas funções em 2020 quando da sua nomeação para Ministra da Cultura e Turismo da República de Moçambique (2020–2024).

PAI LEÃO
José Francisco Leão Jone, de nome artístico “Pai Leão”, natural de Sofala, distrito de Cheringoma, nasceu a 06 de Abril de 1960. Em 1968 inicia o estudo da Valimba com o seu pai (que era Curandeiro). Em 1997, em Dondo, na sua actual residência, decidiu iniciar com o fabrico de Valimba e tocar profissionalmente, sendo que posteriormente, gravou suas músicas em estúdios oficiais na cidade da Beira.
Em 2006, gravou o seu primeiro álbum intitulado Muandizunguli-Nzuere com financiamento da Cooperação Austríaca e no mesmo ano, participou no Festival Nacional da Cultura que decorreu na cidade de Pemba, onde a sua banda foi agraciada com a distinção de “Melhor agrupamento”. Em 2019 venceu o prémio de “Figura Cultural do Ano” no concurso Ngoma Moçambique realizado pela Rádio Moçambique.
Actualmente, Pai Leão conta com cinco álbuns gravados (Muandizunguli-Nzuere, Ndjazi, Nzuere, Campale e Valimba), e feito espectáculos de norte a sul do País. Pai Leão, é convidado especial, da Temporada de Música Xiquitsi 2025, onde irá para além do seu espectáculo musical, orientar workshops sobre a história, técnica e interpretação da Valimba.

XIXEL LANGA
Xisseve Janett Hortêncio Ernesto Langa, mais conhecida por Xixel Langa, começou a sua carreira artística a solo em 2003. Xixel sempre foi muito activa tendo aprendido ginástica olímpica no INEF e depois passado pelo clube de Desportos Maxaquene como nadadora federada, posteriormente, por influência familiar, matriculou-se na Escola Nacional de Dança, por 2 anos. Mais tarde teve que interromper os estudos de dança e música, para se dedicar aos estudos escolares.
Considerada uma das artistas Moçambicanas mais versáteis ou multifacetadas, Xixel tem-se apresentado nas mais diversas salas de concerto de Moçambique, África do Sul, Eswatini, Alemanha, França, Índia, Taiwan, Brasil e China. Apresentou-se em público em colaboração com várias bandas Moçambicanas como os Timbila Muzimba, K10, Stewart Sukuma, TP50, Jimmi Dludlu, Ghorowane entre muitos outros. Ganhou o prémio “Revelação”, no Top Feminino 2004, e em 2005 ainda no mesmo concurso ganha o prémio “Melhor Voz”. Em 2017 ganhou o prémio “Melhor Voz” e em 2018 o prémio “Melhor Canção” no Ngoma Moçambique.
Foi escolhida como uma das embaixadoras da Campanha na “LUTA CONTRA A VIOLÊNCIA A MULHER E A RAPARIGA”, onde juntamente com outros músicos fizeram spots e temas de abordagem. Foi uma das compositoras do tema “ANDAR FORA É MANINGUE ARRISCADO” numa campanha da John Hopkins com o agenciamento do Kuzhula. Xixel deixou seu nome em várias capas de CD de músicos moçambicanos, como internacionais, com a sua participação: Jimmy Dludlu (Mz/S.A) – Tonota, Joao Cabral (Mz) – Rivers of dreams, Orlando Venhereque (Mz) – Healing Africa, Ladjy, Kante (Mali) – Djembe Fola, Dj Jumbo (U.S.A) – Dance House Music, Nelson Malela (DRC), Frank Paco (S.A/Mz).
Desde 2015, Xixel colabora com o Xiquitsi no âmbito da Temporada de Música Clássica. Em 2016, lançou o seu primeiro disco “INSIDE ME”. Xixel Langa foi vencedora do Prémios Mozal Artes e Cultura 2024, na categoria de música.

ALEXANDRE MUNGUAMBE
Alexandre Tamele Munguambe nasceu a 2 de Julho de 2009, em Lisboa, Portugal. Filho de Altino Munguambe e Almamater Tamele. Descendente de pai músico, avô e tios paternos músicos, herdou deles esse lado artístico. Em 2012 emigra com a família para Moçambique, terra natal de seus pais.
Aos 5 anos de idade o pai o inscreve no projeto Xiquitsi como aluno de violino. Um ano mais tarde muda de instrumento e passa a tocar violoncelo onde sentiu-se mais confortável e desenvolveu grandes habilidades. Aos 9 anos começou a participar em vários concertos do projeto Xiquitsi como músico/aluno na orquestra Juvenil e teve o privilégio de tocar na orquestra Xiquitsi com cantores nacionais de renome: Stewart Sukuma, Wazimbo, Banda Kakana, Deltino Guerreiro, Mingas, Dilon Djindji, Marlene, Lena Bahule, dentre muitos outros.
Aos 10 anos de idade participou pela 1ª vez no Festival Internacional de Música em Stellenbosch ‘Cape Town’, onde teve um intercâmbio com alunos e músicos de vários países. Teve a honra de tocar com alguns membros da orquestra de Viena que actuaram em parceria com o projecto Xiquitsi.
O seu primeiro professor de violoncelo foi Manuel Matsinhe, também aluno e monitor do projeto Xiquitsi. Atualmente tem aulas com os Professores Peter Martens (Sul Africano), Eduardo Alemán (Argentino), Florêncio Manhique (Moçambicano). Actualmente, para além de ser aluno, também desempenha a função de monitor no projecto Xiquitsi desde 2023.
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